sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sucessão Secundária

Sucessão secundaria por Alf Jr - jralf2000@hotmail.com

Um dos óbices (que são varios)  para a implantação de florestas ou sua reconstituição  é o tempo que as arvores demoram para crescer e sombrear o solo, quando então
há uma diminuincão ou mesmo a eliminação da concorrencia com as ervas daninhas.
Enquanto isso não ocorrer (sombreamento), praticas mecanicas (capinas, roçadas, coroamento etc) ou quimicas (herbicidas), ou uma associação de ambas, serão necessarias
para o exito do (re)florestamento.

Uma forma de diminuir o numero destas praticas (mecanicas, quimicas ou ambas) é tentar “copiar” ou “imitar” o que ocorre na natureza, e que consiste no plantio de
especies classificadas ou que se comportam como pioneiras (P), concomitantemente com as demais especies, que poderiamos chama-las a grosso modo de definitivas (D)
que se constituem de secundarias (S) e climaxes (C). Esse plantio normalmente é constituido de 50% de pioneiras (P) e 50% das definitivas (S e C), considerando um
numero total medio de 1.666 a 2.000 mudas por hectare. O seu arranjo no campo deve ser como abaixo ou o mais proximo disto:

P        D          P      D          P

D        P        D        P        D

P        D        P        D        P

O plantio das pioneiras, tem por finalidade proporcionar um sombreamento mais rapido do solo e diminuir o numero de manutenções (capinas, roçadas etc), uma vez que
são de rapido crescimento, e não interferem no desenvolvimento das definitivas (secundarias e climaxes).

As pioneiras possuem vida curta (8 a 12 anos) de modo que
não precisarão ser retiradas posteriormente para deixar mais espaço para as definitivas (S e C) se desenvolverem.

A utilização deste metodo (conhecido como sucessão secundaria induzida) costuma reduzir as praticas de capina, roçada etc em 50% ou mais, dependendo do local, mas
não eliminam a sua necessidade principalmente no primeiro ano. Normalmente, quando se usa este metodo, teremos que realizar pelo menos duas manutenções no ano de
plantio e mais uma ou duas no ano seguinte. Após esse periodo, com o rapido desenvolvimento das pioneiras e o sombreamento do solo, espera-se não necessitar mais
de manutenção. Eventualmente, uma outra “catação” de eventuais “moitas” ou “reboleiras” de ervas daninhas que ainda teimem em se desenvolver.

É importante lembrar que quanto mais especies diferentes utilizarmos em cada uma das categorias (P, S e C) e quanto mais especies da flora local, melhor, pois mais
proxima de uma “floresta natural” estaremos conseguindo implantar.
A seguir estão relacionados alguns exemplos de especies pioneiras e definitivas (secundarias e climaxes).

Pioneiras:Candiuba                Threma micranta
Capinxigui                Croton floribundus
Jacatirão                  Miconia candoleana
Embauba                  Cecropia sp
Inga                          Inga sp
Monjoleiro                Acacia glomerosa
Mutambo                  Guazuma ulmifolia
Bracatinga                Mimosa scabrella
etc

Definitivas (Secundarias e Climaxes):Angico vermelho    Piptadenia macrocarpa
Canafistula              Pelthophorum dubium
Ipes                            Tabebuias sp
Paineira                    Chorisia speciosa
Pau-marfim              Balfourodendrom riedelianum
Peroba-poca            Paratecoma peroba
Pau-d’alho              Gallesia gorazema
Cabreuva                  Miroxylon peruifera
Oleo-copaiba          Copaifera langsdorffii
Guarantã                  Esembeckia leiocarpa
Figueira                    Ficus insipida
Tamboril                    Enterolobium contortisiliquun
Peroba                      Aspidosperma polyneuron
etc
Bibliografia consultada
"Recuperação de áreas degradadas da mata atlantica.
Paulo da S. Noffs; Luiz F. Galli e Janio C. Gonçalves;

Caderno nº 3, da serie Cadernos da Reserva da Biosfera da Mata Atlantica;
Consorcio Mata Atlantica e Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlantica;
São Paulo - verão/1996"

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Curso: Introdução a observação de aves - com Eduardo Alexandrino

Introdução a observação de aves - Uma ferramente para estudos científicos e recreativos

Acontece em Piracicaba, na ESALQ-USP no período de 25 e 26 de março e 02 de abril.

com Eduardo Alexandrino - Biólogo/ Ornitólogo e Mestre em Ecologia Aplicada.

Maiores informações acessar:
http://dl.dropbox.com/u/17088329/curso%20aves%20IAF.pdf

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ninho moderno!!!!

video
Olha que ninho mais moderno! risos.. Recebi este vídeo de um colega observador de pássaros, Luiz Trinchão, e adorei !!!!! É muita criatividade .... hehehehe.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Rolinha no ninho parte 2 (com o filhote)

Mais uma fotinho da rolinha mascote que resolveu habitar no escritório onde meu marido trabalha, ela se tornou uma grande companheira dele, pois não sai do ninho por nada, só quando o macho chega e a substitui. Segue foto da rolinha no seu ninho...detalhe para o filhotinho (pequenino) ao seu lado esquerdo. Espero qeu consigam visualizá-lo... rs.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A importância de se plantar árvores e palmeiras nativas

Pesquisa do meu amigão Raoni.
Fonte da pesquisa: TCC-UFSC (autoria de Romualdo Begnini).



Entre elas, a palmeira Jerivá que tem uma grande contribuição.


Consomem as sementes da palmeira Jerivá os seguintes animais:
mamíferos, incluindo porcos-do-mato, pacas, macacos, micos, coatis,

gambás, tucanos e cracídeos.
Outros animais que consomem seus frutos são:
gralha-azul (Cyanocorax caeruleus),
gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita),
cutia (Dasyprocta azarae),
rato-do-mato (Orizomídeo),
graxaim (Cerdocyon thous),
aracuã (Ortalis guttata),
tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus),
tucano-de-bico-preto (Ramphastos vitellinus),
maitaca (Pionus maximiliani),
cambacica (Coereba flaveola),
mariquita (Parula pitiayumi),
cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) e outros.


Espécies da floresta atlântica do sul:

Syagrus romanzoffiana (jerivá),
Ficus spp.(figueira),
Miconia cabucu (pixiricão),
Guapira opposita (Camanducaia),
Schizolobium parahyba (guapuruvu),
Mimosa bimucronata (maricá),
Cupania vernalis (cuvantã),
Cecropia glaziovi (embaúba),
Pera glabrata (sapateiro),
Erythroxylum (cocão),
Bactris setosa (tucum),
Piper spp.(capeba),

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Rolinha e seu ninho

Esta é a rolinha (Columbina talpacoti) mascote que se instalou na varanda do trabalho do meu marido. No  ninho há também um filhotinho, ainda pequenino. Segundo meu marido, ela não deixa o ninho por nada.

O ninho é em formato de tigela e é formado por pequenos gravetos. Geralmente a postura é de 2 ovinhos.

Se a rolinha encontra alimento com facilidade, ela se reproz o ano todo.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Higienização dos comedouros, cuidados específicos

A correta forma de higienizar os comedouros faz com que diminua e muito a possibilidade de contrair algum agente patógeno em relação as aves que frequentam o mesmo.

Em comedouros tradicionais o ideal é promover uma limpeza diária com o auxílio de uma espátula e pano úmido. Umedecer as fezes é uma boa opção para não ter o risco de inalar pequenas partículas que podem transmitir doenças ao ser humano.

Alimentadores sujos podem abrigar diversos tipos de bactérias, fungos e outros agentes patógenos, podendo inclusive afetar outras aves que também utilizam do comedouro.

Vamos alguns itens extremamente importantes:

1. Limpeza diária - promover a limpeza diária é um fato que minimiza qualquer tipo de agente patógeno. Além de atrair mais os pássaros, pois os mesmo sempre esperam por sementes e frutas fresquinhas.

2. Uso de luvas - é muito recomendado, pois evita o contato direto. Pode ser aquela luva de faxina, grossa, e o ideal é trocá-la de tempo em tempo mesmo que não esteja furada, rasgada ou muito suja.


3. Espátulas e escovas - indicadas para limpeza das bandejas, facilita a remoção de dejetos e auxilia de modo geral numa limpeza mais adequada.


4. Lavagem do comedouro - pode ser lavado frequentemente com água morna se preferir ou água fria mesmo. Deixar secar bem antes de colocar sementes para evitar que se formem fungos. Outra alternativa é passar um pano bem úmido.
Ao menos uma vez ao mês seria interessante lavar o comedouro com uma solução de água + vinagre e detergente líquido sem cheiro para ter certeza que nenhum fungo se desenvolva por ali.

5. Uso de máscara - se preferir pode usar máscara para que nenhum dejeto seja inalado na hora da limpeza. É muito recomendável seu uso, pois evita uma série de doenças.


Mantendo estes cuidados básicos, dificilmente terá algum problema. Seu comedouro ficará sempre limpo minimizando qualquer tipo de agente patógeno tanto para os pássaros que frequentam o comedouro, quanto para você e sua família. Higiene é fundamental.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Uirapuru - um canto de flauta.

Um pássaro canoro que encanta a todos com sua melodia intensa, o uirapuru (Cyphorhinus aradus) é uma ave lendária,  sendo infelizmente muitas vezes empalhado e usado como talismã para trazer sorte.

O seu canto é extremamente  bem elaborado, parece muito com o tocar de uma flauta.



Mede cerca de 13 cm, possui uma plumagem parda com algumas estrias brancas, sendo o peito alaranjado.
O uirapuru se alimenta de insetos mas também aprecia frutas.



Para mim o seu canto é hipnotizador, carregado de magia e delicadeza que nos remete a paz e o equilíbrio.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Estudo verifica método de levantamento da avifauna urbana

Eduardo R. Alexandrino
Biólogo/Ornitólogo e Mestre em Ecologia Aplicada
Um projeto realizado na Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros
(Esalq) da USP, em Piracicaba, e financiado pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) comprovou a
aplicabilidade do método de ponto fixo, um dos mais utilizados em
levantamento de aves, para avifauna em regiões urbanas. “O estudo
comprovou que o método de ponto fixo realmente pode ser aplicado na
cidade, desde que o pesquisador esteja altamente preparado para a função.
Também demonstrou que dependendo do local a ser pesquisado dentro da
cidade o número de aves pode ser diferente, evidenciando a necessidade de
direcionar esforços de acordo com a variação na quantidade de materiais
urbanos encontrados em diferentes pontos”, avalia o biólogo da Esalq,
Eduardo Roberto Alexandrino.

O estudo foi feito com apoio do Laboratório de Silvicultura Urbana do Centro
de Métodos Quantitativos (CMQ), do Departamento de Ciências Florestais da
Esalq. A pesquisa revelou que a reunião de um número maior de espécies de
aves pode ser favorecida pela presença de cobertura arbórea, enquanto áreas
construídas e pisos impermeáveis podem prejudicar o número de espécies.
Do mesmo modo, o ruído sonoro urbano também pode atrapalhar na
identificação e contagem de aves. Também se observou que o número de
espécies novas não se altera após o nono minuto de levantamento no ponto.


A incidência de comunidades de aves em determinados locais serve como uma
importante ferramenta de diagnóstico para diversos estudos ambientais.
Por meio da medição desta incidência é possível reconhecer distúrbios
ambientais e identificar interações positivas entre os animais da região, além
de mensurar a biodiversidade existente. “Entretanto, os métodos de coleta
destas informações, até então, nunca haviam sido testados para o ambiente
urbano, colocando em risco a confiabilidade dos dados que são levantados sobre
a comunidade de aves encontradas "na cidade”, comenta Alexandrino.
A partir disso, sob orientação do professor Hilton Thadeu Zarate do Couto,
do Departamento de Ciências Florestais (LCF) da Esalq, o biólogo desenvolveu
um estudo capaz de avaliar a aplicabilidade do método de ponto fixo em uma
região e avifauna urbanas.

Metodologia

O pesquisador analisou três fatores que podem comprometer a qualidade na
coleta de dados: o habitat onde o levantamento é realizado, observando a
composição dos elementos urbanos existentes na cidade, edificações,
quantidade de ruas, arborização; o intervalo de tempo adotado em cada
ponto fixo para a coleta de dados; os aspectos potencialmente prejudiciais à
observação de aves, tais como o ruído sonorourbano e a presença de conversas
causadas por pessoas curiosas.

No total, foram observadas 106 espécies de aves, desde as mais comuns no
ambiente urbano,como pombos, pardais, bem-te-vis, e sanhaços, até as mais
sensíveis à urbanização, como arapaçu-do-cerrado, choca-da-mata, e espécies
migratórias, como o falcão-peregrino.



A pesquisa foi realizada na região central de Piracicaba, a partir de 90 pontos
fixos espalhados pelos bairros São Judas, São Dimas, Clube de Campo,
Cidade Jardim, Centro, Cidade Alta e Parque Rua do Porto,Higenópolis,
Vila Rezende, Nova Piracicaba, Nho-Quim, Monumento, Paulista, Paulicéia
e Castelinho.

Em cada ponto fixo, foram realizadas seis visitas ao longo de um ano de
trabalho de campo.

Para cada visita, Alexandrino identificou as aves e contou-as por 12 minutos
contínuos. Nestes mesmos pontos foram levantados também os elementos
urbanos presentes, como porcentagem de piso impermeável, de área construída,
de cobertura arbórea, de gramado, a quantidade de ruído sonoro existente e
a incidência de pessoas curiosas que poderiam atrapalhar o observador de
aves durante as contagens.

O biólogo espera que os resultados possam servir de base para o
planejamento e execução de demais levantamentos de aves a serem
realizados em outras cidades,visando o aumento da confiabilidade
dos dados coletados e a otimização dos recursos financeiros
destinados a tais estudos.

Fonte: Agência USP de Notícias (acessado em 02/02/11)


Eduardo R. Alexandrino é biólogo/ornitólogo e mestre em Ecologia Aplicada pela ESALQ/USP,
onde realiza pesquisas científicas junto ao depto de Ciências Florestais.
Atua também como consultor ambiental e guia de observação de aves.
Maiores informações visite o site: www.wix.com/eduardoalexandrino/eduardoalexandrino
 

Comedouros "Faça você mesmo 2"

Ainda na apresentação de comedouros simples, inusitados e bem modernos...

Embalagens Tetra Pak também resultam num bom design. Simples demais, você apenas recorta a embalagem no formato que desejar. A forma acima é bem sugerida, pois a abertura é grande possibilitando que aves maiores possam fazer uso. Observe que dentro tem sementes de girassol.


Até melancia entra como idéia criativa!!!!

Este é muito decorativo, além de ser ecologicamente correto. É uma casca de melão...Demais né? Mas você pode fazer isso com casca de coco, casca de abóbora, ficaria ainda melhor, pois não precisa receber tratamento.

Simplesmente simples !!!! Ao invés de vaso de planta, pássaros.. risos...









Ainda nas idéias das embalagens tipo Tetra Pak. Gostei deste modelo, todo aberto com várias janelas possibilidade a visibilidade ao pássaro. Eu só colocaria um puleirinho em cada janela aberta para facilitar.



Este me surpreendeu!!! Bem interessante e detalhe, as crianças participaram da sua execução. Pode ser fincado em solo ou mesmo num vaso.


Haja criatividade !!!!!!!!!!! hehehe. Bem diferente de tudo o que eu já vi sobre comedouros.. risos.


Até eu fiquei com vontade de comer uma espiga de milho !!!!


Um comedouro de madeira simples.
Nem peça decorativa de jardim escapa !!! rs... bem bolado.
Nossa, este me pareceu bem sarcástico.. risos. Tem até o detalhe da língua do gato para fora..

Já escolheu o seu modelo?

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Comedouros "Faça você mesmo"

Seguem algumas fotos de comedouros simples, práticos e bem eficientes que podem ser realizados no esquema "Faça você mesmo".


Este comedouro pode ser feito em garrafa PET ou mesmo em garrafa de vidro. É muito bonito, simples mas com um tom pitoresco de jardim no final de tarde. Este base em madeira é fundamental para o pouso do pássaro e para deixá-lo mais atrativo em meio a natureza.



Este aqui é bem original. Sugestão: você pode pegar por exemplo aquelas redinhas que são vendidas laranjas, encher de sementes maiores como arroz com casca, fechar com um nozinho na parte superior e pendurá-las em diversos pontos de seu quintal, podendo ser galhos de árvores ou outra base de apoio como suporte para vasos.



Suporte pendurado com cordinhas e com divisão interna para sementes diveras ou se preferir pode usá-las para frutinhas também. Bem original.


Este feito de garrafa PET e com colher de pau fica bem característico. A colher serve como apoio para o pouso e também para a queda das sementes. Bem fácil de fazer é só transpassar a colher de um lado ao outro. Sugestão: utilizar uma das colheres bem próxima a base da garrafa para aproveitar mais as sementes.


Já viu isso? Comedouro feito com garrafa de plástico bem grande. Daquelas que são colocados detergentes, produtos de limpeza ou mesmo água. Apesar de não achar muito bonito, achei bem original. E olha o visitante mais inusitado que apareceu aí....Sugestão: você pode pintar a garrafa ou ainda colocar algum tipo de artesanato para deixá-la mais bonita. Lembrando que devem ser evitadas garrafas de uso com água sanitária, detergentes mas se forem utilizadas, lavá-las muito bem, deixar secar ao sol para que todo o cheiro desapareçaaaaaaa.



Olha que interessante este posição para as garrafas PET !! É um modo de aproveitá-las como um todo, pois os pássaros tem acesso a todas as sementes do pote, eu gostei muito !! Aprovado!


Hum, para quem gosta de um toque mais inglês, este com chícara é muito chique!!! Não acha? risos.


Qualquer embalagem pode ser usada e qualquer criação é bem-vinda !!! Veja esta aqui..

Este aqui tem até bandeja para água. Você pode fazer um com as embalagens Tetra Pak de leite. Bacana não acha?


Muitas vezes a pessoa tem apenas uma janela de apartamento para visualizar os pássaros. Não é necessário ter um espaço grande para colocar comedouros  feitos de madeira. O que é preciso é ter motivação e disposição. Um varanda por exemplo, pode ser um ótimo local para atrair pássaros.

Agora veja qual deles tem mais a sua a"cara" e faça você mesmo. Boa sorte.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Eita descanso bom

Vejam que descanso bem merecido....depois se muitas sementes,  uma sombrinha maravilhosa para o soninho bom.
As rolinhas simplesmente permanecem no meu jardim....hoje mesmo vi várias sobrevoando, ciscando nos comedouros por aqui, acho que eram umas 20 !!! São muito mansinhas, a gente consegue chegar bem pertinho delas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Primeiras fotos do comedouro em casa !!!!


Seguem as primeiras fotos depois da instalação dos comedouros. Ainda falta a instalação do comedouro hexagonal pois precisarei da ajuda do meu marido para isso. Sabe como é, tem que usar furadeira.. risos.

Mas já dá para perceber como ficou o espaço "birds in home"...

Vista geral

Comedouro hexagonal

Rolinhas foram as primeiras visitantes
Elas adoraram os comedouros circulares

Comedouro octagonal


 Acesso do puleiro aos comedouros circulares (são três bandejas)


Quando as coisas estiverem mais em "ordem", eu colocarei mais fotinhos.



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Meu comedouro ainda no papel...


Composto de:

formato quiosque aberto;

lado esquerdo: um puleiro com três suportes (que originalmente acabou ficando com mais um comedouro hexagonal de 30 x 30 cm);

comedouro principal: um pilar de eucalipto de 2,20 m, sendo 70 cm enterrado no solo, composto por 3 bandejas redondas no sentido giratório de 15 cm de diâmetro cada;

uma bandeja octonal superior medindo 40 x 40 cm;

telhado em fibra de placa reciclada.

Avistar 2011

Venha participar do 6th Encontro Brasileiro de Observação de Aves a ser realizado em São Paulo, no período de 13 a 15 de maio.

AVISTAR 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Observação no quintal

Eu estou usando um comedouro pequeno feito de garrafinha PET e fica pendurado na pitangueira, bem próximo ao comedouro de sementes. Coloquei este comedouro para facilitar para o coleiro que está nos visitando todos os dias.. e ele aprovou, adorou!! Tanto que vem várias vezes ao dia para se alimentar. Ali eu deixo vários tipos de painço, alpiste, e de vez em quando um pouco de arroz com casca também.


O comedouro já está até quebrado, de tanta bagunça que os pássaros andam fazendo... pois pardais e rolinhas também tem acesso direto. Impressionante ver as rolinhas que são grandes, pousarem neste comedouro menor. E chegam a ter 2 rolinhas por vez, dividindo praticamente quase o mesmo espaço físico.. é muito interessante.

O coleiro tira o pardal e a rolinha tira o coleiro do comedouro.. é interessante ver esta relação de respeito.

Um comedouro tão pequenino e tão disputado pelos passarinhos. Até o chopim já deu umas bicadas por lá.

E isso que tem muito mais sementes no prato cerâmico que fica logo abaixo deste comedourozinho.



Quanto as rolinhas, estas ficam descansando por um bom tempo no deck do quintal.. são muito mansas e até delicadas.



Muitas vezes elas ficam também nos beiras do muro.



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A morte na visão dos passarinhos....

Se ainda não viu este vídeo, esta é a hora para isso.

Aconteceu no Japão, não se sabe como o passarinho morreu, mas o seu companheiro permanceu ao seu lado todo instante, como num pedido de levante-se, vamos voar..

Pouco compreendemos sobre os nossos próprios sentimentos, como compreender estes outros sentimentos mais puros e intactos, como o deste passarinho?

Seria uma lição para nós? De que a natureza fala por si só?! Seria algo maior que isso? Um encanto poético, uma beleza morta ao asfalto, um turbilhão de emoções podem representar tal fato mas talvez não possam traduzir sua alma, seu grito de vida.

Mas é algo que ainda não compreendemos... pois está mais refletido no encanto mágico da vida cujo botão de acionar não nos pertence...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Abelhas no bebedouro

Vejam as abelhinhas Apis mellifera no nosso bebedouro!!! Vieram fazer uma visitinha básica. No post anterior falei sobre quais as cores que elas gostam e quais cores que elas não percebem. Bom, nem preciso dizer que amarelo elas amam.. risos.  Já o vermelho, elas não tem muita percepção. Agora vou usar somente o outro bebedouro que tem flores em vermelho, e talvez pintar estas de vermelho também. rs.

De qualquer forma elas tiraram um  proveito do néctar..tadinhas,  afinal de contas elas também merecem né?

Bom, no final do dia, eu retirei este bebedouro e deixei apenas o que tem cores em vermelho, e também deixei o bebedouro artesanal (que até agora não fez sucesso!!).. Vamos acompanhando.

Zabelinha tecedeira...tece tece num tear...

Abelhas vieram no bebedouro do beija-flor. Não eram muitas, umas 4 ou 5 mas confesso que fiquei preocupada pois tenho criança pequena em casa e então já viu né?

Na verdade elas estavam polinizando no meu manjericão dias atrás, mas hoje descobriram o bebedouro. risos.

Por vias das dúvidas, retirei este bebedouro por uns 2 dias.

No bebedouro artesanal elas nem pousam, pois não tem como elas sugarem o néctar.

As abelhas são parentes das formigas e vespas. Pertencem a família Apoidea, da ordem Hymenoptera...

As abelhas amarelinhas (africanizadas) tem o nome cientifíco de Apis mellifera. Produzem mel, propólis e também a cera.

Cada abelha tem a capacidade de visitar cerca de 10 flores por minuto !! E pasmen, possuem cinco olhos. Mas apesar disso não enxergam a cor vermelha, razão disso dos bebedouros americanos serem praticamente produzidos nesta cor !!! E com essa informação podemos fazer os furos de nossos bebedouros artesanais na cor vermelha!! Pelo menos elas se confundem. risos. E cuidado que putras cores como azul, verde, vamarelo e laranja, elas percebem muito bem.



A apitoxina é a substância do veneno da abelha. Caso você já foi picado sabe muito do que estou falando. O veneno é doloroso, muitas vezes incha a região, coça e fica dolorido por um ou mais dias..a apitoxina é muito utilizada em tratamentos como a artrite e doenças inflamatórias, por grupos de pesquisadores científicos.


* nome deste tópico em homenagem a canção popular da Zabelinha...

Zabelinha tecedeira... canto popular..

zabelinha tecedeira
tece num tear quebrado
vem o vento da ribeira
embaraça-lhe o fiado!
zabelinha tecedeira
tece, tece, num tear
olha não te leve o vento
a teia por acabar!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pássaros nos fios - Birds on the wires

Jarbas Agnelli  (AD Studio) conseguiu realizar um feito ao ver uma fotografia num jornal diário onde haviam pássaros pousados sobre fios de rede elétrica. A foto foi tirada pelo fotográfo Paulo Pinto. A tal foto chamou sua atenção por ser exatamente 5 fios ou seja,  são exatamente 5 fios que compõe uma pauta. O ritmo, a duração das notas foi elaborado por ele. Os acordes e as notas são "feitos" pela posição dos passarinhos.


Jarbas vai estar na AVISTAR deste ano, a ser realizada em maio no Parque Villa Lobos em São Paulo,  inclusive haverá um concurso de fotos e os selecionados terão suas fotos musicadas pelo Jarbas....Veja aqui o regulamento.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sobre o novo bebedouro e a reação dos pássaros

A respeito do novo bebedouro que eu fiz (veja arquivo aqui) e a reação dos passarinhos com ele.. Nem o beija-flor e nem a cambacica aprovaram direto este tipo de bebedouro. rs.. Eles preferem o bebedouro nacional, acreditem...

Estava conversando com um amigo sobre isso e ele me relatou que pode ser pela facilidade, no bebedouro nacional, a água sai com mais facilidade e os bichinhos se deliciam sem ter que fazer muito trabalho para isso.

Já no bebedouro artesanal, os bichichos tem que sugar com a ajuda da língua e também pela posição dos furos (horizontal) não agrada muito pois dificulta este trabalho.

Mas vou continuar as tentativas, vou deixar os bebedouros para eles irem se acostumando ou não. risos.

Outra coisa que percebi é que eles também não apreciam aquelas soluções de néctar que se vendem nas lojas específicas. Quando eu coloco tais soluções na água do bebedouro, eles simplesmente tomam pouco ou procuram o outro bebedouro que tenha a solução de água com açúcar.

Ah, já ia me esquecendo....Outro visitante além dos BFs (beija-flores), cambacicas e saíras e que pode aparecer em bebedouros, é o pica-pau! Sim, ele mesmo, todo desajeitado, mas que permanece firme e forte sugando seu néctar.. rs.. veja no vídeo abaixo.. também verá uma borboleta logo no início que conflita com o BF..na disputa pelo néctar.